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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

A "gênese" de Phil Collins

Por Vinícius Ferreira

     Philip David Charles ou simplesmente "Phil" Collins, nasceu em 30 de janeiro de 1951 na Inglaterra, e é um cantor e compositor Inglês, baterista, pianista e ator, mas é mais conhecido como baterista e vocalista do grupo de rock progressivo britânico Genesis, além de artista solo.
Phil Collins foi vocal em vários hits no Reino Unido e nos Estados Unidos entre 1978 e 1994, tanto como artista solo ou com Genesis.
     Seus singles, muitas vezes, lidam com o amor perdido, mas variou também entre um som mais pesado como em "In the Air Tonight", dance pop em "Sussudio", piano-driven em "Against All Odds",  e às declarações políticas de "Another Day in Paradise".
     O cantor começou sua carreira musical como baterista, primeiramente na Flaming Youth e depois na mais famosa banda Genesis. Na banda Gênesis, Collins originalmente era backing vocal para o líder da banda Peter Gabriel.
     Cantando, ele apenas tinha duas músicas: "For Absent Friends" de 1971 do álbum Nursery Cryme e "More Fool Me" do álbum Selling England by the Pound, que foi lançado em 1973. Após a saída de Gabriel em 1975, Collins tornou-se vocalista do grupo principal.
     Sua carreira solo foi fortemente influenciada por sua vida pessoal, e trouxe a Gênesis para o sucesso comercial. De acordo com a Atlantic Records, Phil Collins vendeu  em todo o mundo como um artista solo, a partir de 2000, mais de  150 milhões de discos. Collins ganhou numerosos prêmios de música ao longo de sua carreira, incluindo sete Grammy Awards, cinco prêmios Winning Brit (Melhor cantor masculino três vezes) , um Oscar e dois Globos de Ouro por seu trabalho solo. E ainda foi introduzido no Rock and Roll Hall of Fame como um membro do Genesis em 2010.
      O astro é um dos três únicos artistas (junto com Paul McCartney e Michael Jackson), que já venderam mais de 100 milhões de álbuns em todo o mundo, tanto como artista solo, como em banda.  Tanto no Genesis como em carreira solo, Collins teve mais de 40 top hits no Hot 100 da Billboard durante os anos 1980. Mais do que qualquer outro artista. Em 2008, Collins foi classificada como o 22º artista mais bem sucedidos no "The Billboard Hot 100 All-Time Top Artists".

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Metade de mim é amor.A outra metade,também.


Por Bruna Fernandes

     Nascido no bairro do Grajaú,Oswaldo Montenegro foi influenciado pela música desde muito cedo.Seus pais eram pianistas e tocavam violão.Oswaldo sempre compôs músicas tipicamente brasileiras,com influência barroca,da cidade mineira onde viveu parte da infância.O cantor venceu um festival de música aos 13 anos e desde então não parou mais.
     Letras belíssimas e um violão super afinado,fazem parte do repertório deste cantor,compositor e instrumentista.'Metade' é uma poesia cantada,de extremo bom gosto e sensibilidade.'Léo e Bia','Estrelas','Bandolins'...arranjos únicos aliados a letras inspiradoras.
     Após vencer o Festival da Canção,transmitido pela Rede Globo nos anos 80,com a canção 'Agonia',Oswaldo ficou conhecido pelo grande público e se tornou sucesso absoluto,lotando casas de show e eventos.
     Uma de suas canções,denomindada 'A lista' virou peça de teatro,que ficou em cartaz durante muito tempo,confirmando o outro talento do cantor,o de escrever roteiros,mas ele gosta mesmo é de música e vive dela desde os 17 anos.Mas afinal,o que importa,é que Oswaldo é um poeta e não consegue se calar diante da inspiração.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Na Blitz do Paraíso


Por Leonardo Cantalice
  
   O cenário perfeito das ondas do mar e rodeados por gente bonita da zona sul fizeram com que cinco amantes da música e da cidade maravilhosa resolvessem realizar o sonho e partissem em busca de prestígio e reconhecimento, assim nasceu o fenômeno musical que tremeu a multidão nos anos 80 com Blitz.
     A dois passos do paraíso e há infinitos passos do fim, a banda teve que passar por alguns perrengues até chegar a fama. Quem diria que aquele grupo que se apresentava nos finais de semana em bares de esquina se tornaria uma das principais e importantes bandas pop-rock do país? Pois é, foi assim que em 1982 o grupo ganhava não só o público do bar, mas dos bares do Rio de Janeiro e de todo o Brasil com o lançamento de seu primeiro disco “As Aventuras da Blitz”.
     A irreverência e a malandragem de ser do carioca estão bem representadas pelo líder da banda, o vocalista Evandro Mesquita (atualmente na série “A Grande Família”). E foi levando a vida numa boa que daí por diante Blitz parou o público com “Você não soube me amar”, “A dois passos do paraíso”, “Biquíni de bolinha amarelinha”, entre outros auges.
     Mais de três décadas se passaram e os veteranos não querem saber de aposentadoria. Depois da saída de Lobão e Fernanda Abreu, Evandro, Billy Forghieri, Juba, Ricardo Barreto, Antonio Pedro e seu grupo de apoio continuam na estrada divulgando o mais novo álbum, o décimo da carreira da banda, lançado este ano e que possuí um repertório interessante como “Zero absoluto” e “Eu, minha gata e meu cachorro”, que você confere agora na íntegra! 

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

As "mulheres" de Caetano


 Por Wilma Gonçalves
     Olá! Quero apresentá-los  um rapaz talentoso, se é que ele pode ser enquadrado nessa definição, e se é que vocês não o conhecem melhor do que eu.
     Talento é pouco para esse gênio de letras tão profundas e engajadas, que denunciam suas obras com estribilhos e refrões, textos tão lindos, de uma poesia tocante, com arranjos criativos, e para completar, de uma doçura na voz e uma melodia que vai além de qualquer definição. Ouvi-lo, nos remete a uma sensação quase mística. E quando ele quer defender suas ideias, e denunciar a ignorância do ser humano, aí é que ele consegue nos tocar.

Estou falando de nosso querido Caetano Veloso, ícone da música popular Brasileira.
     Não vou aqui relacionar sua discografia, biografia. Não é essa minha intenção. Quero apenas compartilhar e citar algumas de suas composições que me faz pensar – De onde vem tudo isso? – Puxa é tão lindo! E a forma que ele se expressa, sua performance no palco! Só alguém muito especial, pode denunciar e criticar os poderes como ele faz, ser romântico quando ele quer, e ser tremendamente agressivo quando preciso. E mesmo assim todos o aplaudem!
     Tá certo que nem sempre foi assim. Ele pagou um preço bem caro por sua ousadia. Foi preso, exilado. E no exílio, na França, em sua tristeza e saudade  compôs uma de suas músicas mais tocantes – London London. Onde ele diz que seus olhos iam procurando discos voadores no céu. Muito bobo não é? Mais lindo, apaixonante.
     È isso aí, Caetano é doce, forte, ele é indescritível!
     Algumas de suas letras me tocam, como vocês podem ver ! - “Terra” , Soy Loco Por Ti América, O Índio, essas letras são demais! Talvez eu seja muito sentimental mais quando eu ouço essas músicas, meu coração fica tão apertado!!!! Que chega a doer. Parece que ele foi escolhido para nos dizer coisas tão profundas e tão simples: ‘Como a terra é linda’! E quando ele diz que  viu a terra inteira, e ela não estava nua e sim coberta de nuvens... como se estivesse falando de uma mulher, “por mais distante o errante navegante quem jamais te esqueceria...”Nossa!!!! E O Índio! Como ele descreve: “... e o espírito dos pássaros das fontes de água limpida, mais avançada das mais avançadas...” e o refrão “Virá empávido que nem ...” e a Oração ao tempo, que a Maria Gadú regravou! E quando ele fala: “Enquanto os homens exercem seus podres poderes, morrer e matar de fome, de raiva e de sede, são tantas vezes gestos naturais...”
     È uma pretenção minha querer escrever sobre um artista, poeta, cantor, letrista, Filósofo, intelectual... o que mais? Nem mesmo consigo definí-lo. Não será relacionando seus talentos ou mesmo usando o recurso dos adjetivos que eu conseguiria fazê-lo. Apenas estou compartilhando com vocês sensações e sentimentos bons, que sinto quando o ouço.
     No youtube, li um comentário que reclamava sua ausência na mídia como personagem ativo no cenário atual com novas obras do tipo,” Tropicália”, “Fora da Ordem”, e tantas composições de expressão que denunciam nossas mazelas como seres que precisam ter consciência do contexto em que vivem e que devem fazer a diferença.
“ E tudo que faz a nossa possível glória, faz também a nossa miséria cotidiana. É o nosso modo de ser. É alguma coisa que agente percebe que pode ser maravilhoso! Agente é assim, miserável. Mais pode ser maravilhoso!”(Caetano Veloso, 1992 – Falando sobre a letra da música Fora da Ordem”)
     Há! Já ia me esquecendo. Caetano é Bahiano, nasceu em 1942, logo tem 70 anos, e no momento está fazendo uma turnê com a Maria Gadú pelo nordeste e irá gravar um especial de Natal com Gilberto Gil e Ivete Sangalo, na Globo. Se, deixei de mencionar algo que você considera importante, me desculpa, vou deixar o restante para uma próxima vez. Talvez escreva um livro! Me aguardem!!!

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Djavan:O Alagoano de Vitória

Por Loiane Mello
     Nascido em Alagoas, Maceió, Djavan filho de um ambulante, e uma simples lavadeira nunca teve grandes sonhos, queria apenas ter um casa bonita para levar seus amigos, e como todo menino aos doze anos queria ser jogador de futebol.
     Depois de perceber o quanto seria difícil, começou o gosto pela música, e se dividia entre os campos e as cordas do violão, outro grande amor na época. Aos 19 anos, desistiu do esporte e se entregou a música, fazendo show nos bares e bailes de Alagoas,mas teve dificuldade em sua cidade para desenvolver a carreira.
     Com 23 anos de idade, veio para o Rio de Janeiro desenvolver sua carreira musical, e teve grandiosas oportunidades para aprimorar o seu dom e se tornar um dos grandes cantores da nossa música.
     No meio da década de 70, Djavan conseguiu contatos na gravadora Som Livre e surgiu  a oportunidade de gravar um disco, onde inclusive uma música de seu álbum foi tema de novela. Posteriormente, o cantor teria muito mais música em diversas novelas, sendo um dos compositores preferidos pelos autores.
     Logo vieram suas músicas envolventes, que falam da vida e do nosso cotidiano, como “Fato Consumido”, “Cara de Índio”, “Meu Bem Querer” e “Seduzir”,todas de sua autoria, além de compor, o cantor também passou a fazer os arranjos de suas próprias músicas,costume em prática até hoje.
     Nos últimos anos, Djavan passou a ajudar na produção, desde, de sua participação indiretamente no Dvd gravado em Luanda,na Angola.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

The Who: Uma das maiores bandas do mundo

Por Vinícius Ferreira

     The Who é uma banda de rock Inglesa formada em 1964 por Roger Daltrey (vocal, gaita e guitarra), Pete Townshend (guitarra, teclados e vocais), John Entwistle (baixo e vocais) e Keith Moon (bateria e percussão) . Eles se tornaram conhecidos por performances ao vivo que, muitas vezes, incluíam a destruição de instrumentos. O The Who já vendeu cerca de 100 milhões de discos,  e foram premiados com 18 discos de ouro, 12 de platina e cinco prêmios da multi-platina nos Estados Unidos.
A banda  ficou famosa no Reino Unido com uma série de singles top dez, impulsionado em parte pelas estações de rádio pirata, como a Rádio Caroline, começando em janeiro de 1965 com "I Can’t Explain". Os álbuns My Generation (1965), A Quick One (1966) e The Who Sell Out (1967) alcançaram o topo no Reino Unido. O Who chegaram ao Top 40 dos EUA em 1967 com "Happy Jack" e atingiu o top dez no final daquele ano com "I Can See for Miles".
     Sua fama cresceu com apresentações memoráveis em festivais de música como:  Monterey Pop,  Woodstock  e Isle of Wight. O lançamento do album Tommy, de 1969, foi o primeiro de uma série de dez álbuns nos EUA, seguido por Live at Leeds (1970), Who’s Next (1971), Quadrophenia (1973), The Who by Numbers (1975), Who Are You (1978) e The Kids Are Alright (1979).
Keith Moon (o baterista) morreu com 32 anos de idade em 1978, após o fato a banda lançou dois álbuns de estúdio, no Reino Unido e nos EUA: o Face Dances (1981) e o It’s Hard (1982), com o baterista substituto Kenney Jones, que saiu em 1983 . Eles se reuniram em eventos como Live Aid e em tours, tais como a turnê do 25º aniversário (1989) e o tour Quadrophenia de 1996 e 1997. Em 2000, os três membros sobreviventes originais discutiam a gravação de um álbum de material novo, mas os seus planos foram temporariamente paralisadas após a morte John Entwistle (baixo) aos 57 anos de idade, em 2002. Pete Townshend e Roger Daltrey continuaram dando sequencia ao The Who, e em 2006 eles lançaram o álbum de estúdio Endless Wire, que atingiu os dez primeiros lugares no Reino Unido e nos EUA.
     O The Who foram introduzidos no Rock and Roll Hall of Fame em 1990, e a revista Rolling Stone escreveu:". Junto com os Beatles e os Rolling Stones, o The Who completa a santíssima trindade do rock britânico ". Eles receberam um Lifetime Achievement Award da Indústria Fonográfica Britânica em 1988, e da Fundação Grammy em 2001, para contribuições criativas de excelente significado artístico para a área de gravação. Em 2008, membros sobreviventes Townshend e Daltrey foram homenageados na 31ª reunião anual Kennedy Center Honors. Nesse mesmo ano o VH1 Rock Honors prestou homenagem ao The Who, onde Jack Black de Tenacious D chamou de "a maior banda de todos os tempos ".

terça-feira, 8 de novembro de 2011

A Poesia em forma de música apresenta o Roxette


Por Bruna Fernandes
     Na época, em que os cantores Per Gessle e Marie Fredriksson se uniram para formar o Roxette,eles já eram artistas consagrados na Suécia.Porém,em 1979,ainda atuando em bandas distintas eles se conheceram e resolveram unir suas vozes.
      A dupla deu muito certo,chegando a ter dezenove singles no top 40 do UK Singles Chart e quatro entre os primeiros dos Estados Unidos.
‘Listen to your heart’, ‘It must have been love’ e ‘Joyride’ ganharam como singles de ouro,rendendo á dupla  mais de 75 milhões de discos vendidos e 25 milhões de singles por todo o mundo.
      Em maio de 92,Roxette esteve no Brasil com a turnê ‘Join the Joyride World Tour, fazendo shows em Porto Alegre,Belo Horizonte,São Paulo e Rio de Janeiro.Logo depois,em 1995,a banda retorna para a divulgação de ‘Crash!Boom!Bang!World Tour’, com shows no Rio e em São Paulo.
     Em 2002,Marie foi diagnosticada com um tumor cerebral,que mais tarde foi removido com êxito.Durante este período,ela escreveu músicas que rendeu seu primeiro disco solo em inglês,’ The Change’,lançado em outubro de 2004.Inspirado pela sensação de mortalidade,o álbum entrou no chart sueco em primeiro lugar confirmando que Marie ainda tinha sua voz e sua força de vontade.